Pode-se dizer que, os encontros estão à cada dia mais voltados para as principais modificações que influenciam a vida do Aramís. A sua participação nas tarefas através de recursos específicos desenvolvem a oportunidade de reconduzir a busca por soluções de uma “ Vida Saudável”!.
Vejamos então, a falta de percepção adequada de impulsos internos faz com que o “comer compulsivo”, seja o resultado de outros sinais que não a fome, então, a intensidade dos excessos alimentares são diretamente proporcional ao grau de comprometimento com a auto imagem. Sob este prisma, diante do esquema automático: Emoção – Comida, o aspecto central da compulsão alimentar indica a baixa auto estima, algo decisivo para o enfrentamento de situações problemas e comportamento interpessoal assertivo.
Nesta situação, os padrões de exigência consigo mesmo são muito elevados por decorrência do medo ou ameaça da avaliação dos outros, com isto, sentem-se incapazes e surge uma insatisfação com a aparência corporal na tentativa da pessoa “agradar” os outros em troca de afeto, assim, acredita que pode evitar sentimentos de rejeição ou abandono. Precisa entender que: “ A comida não ocupa o lugar do afeto”. Mas, os compulsivos alimentares não são necessariamente pessoas obesas, ou seja, os excessos compulsivos são documentados em “todos os pesos”!
Sendo assim, a auto estima é uma parte importante da formação do auto conceito, isto é, a avaliação que a pessoa faz de si mesma ao expressar uma atitude de aprovação ou desaprovação pessoal, envolvendo crenças, emoções e comportamento. Diz respeito à aceitação de si mesmo, da sua imagem e a forma como valoriza o outro, projeta suas expectativas e metas. Por isto, é considerada uma experiência íntima – um meio de “levar-se à serio”! A auto estima é formada na infância á partir das relações estabelecidas com os pais, os quais servem de “espelho” para os filhos, bem como, ás identificações e sentimentos de afeto. Assim, o conteúdo das percepções da auto estima que interferem nas experiências da fase adulta podem abalar a auto imagem negativa, e , provocar reações de incapacidade, inadequação e insegurança. Além de relações de dependência, e pior, necessidade de sempre ter alguém ao seu lado.
Portanto, pessoas com auto estima elevada mantém a confiança em si mesma, o respeito dos próprios limites, o reconhecimento dos valores, sentimentos de capacidade e consequentemente encaram a vida de frente e superam os desafios através do equilíbrio emocional. No final das contas, a qualidade de vida esta relacionada a auto estima e ao bem estar pessoal que pode ser conquistado passo a passo.
Dicas de Persistência:
Pensamentos intrusos desmotivam e devem ser cortados de imediato. – “Eu não consigo!!!” Retome o plano alimentar caso tenha saído por algum motivo.
Um dia de trabalho difícil pode gerar estresse, então, desabafe com alguém próximo que esteja disposto á escuta-lo. Fale de suas aflições e não desconte seu mau humor comendo alimentos menos saudáveis.
No almoço com a família ou amigos mantenha seus hábitos alimentares já adquirido e praticados em casa; desconsidere comentários irrelevantes á respeito de sua escolha. Nestas ocasiões, siga as recomendações indicadas pela Nutricionista.
Em festas comemorativas (aniversário) deixe as guloseimas de lado. E na hora do bolo, experimente o que foi liberado na sua alimentação..sem culpa.
Questões de estresse ou pré-menstrual necessitam maior esforço – na tendência de descontar a ansiedade ou a compulsão na comida.
Por fim, mantenha distância de alimentos calóricos e viciantes, pois eles geralmente desapertam mais desejo de : – “ Só desta vez!”..
RELEMBRANDO: Imprescindível o acompanhamento profissonal.

