No retorno semanal do Aramís foi possível verificar o seu comprometimento e organização adquiridos recentemente. Normalmente, fatores intelectuais e emocionais influenciam a motivação e impulsionam ou não a pessoa a agir adequadamente a seu favor.
Refletir e identificar esta necessidade demonstra a tomada de consciência de que “algo” precisa mudar na sua qualidade de vida. Começa a questionar-se: -“Como eu podia viver daquela forma?”.
Momento ideal para o objetivo terapêutico que visa substituir a comida por soluções mais adequadas e adaptativas para regular suas emoções negativas. Afinal, a pessoa deve estar preparada para transpor os obstáculos e conquistar os seus objetivos. A proposta neste sentido buscou ampliar as informações e o auto conhecimento do Aramís sobre as questões do processo de ansiedade, com o uso de técnicas e exercícios respiratórios, como recurso imediato para baixar o estado de ansiedade presente; além, das indicações bibliográficas.
A ansiedade é o que desencadeia o “comer compulsivo”, isto é, a pessoa é tomada de ansiedade crescente e levada a comer para aliviar esta sensação. – A “fome emocional” é ela que nos faz engordar… Por isto, come escondido e assim repete e perpetua ciclos viciosos – após comer abomina esta atitude (culpa – se) e, com isto, aumentam o estresse e a situação de ansiedade que o levam de volta à comida. Desse modo, repete-se este mecanismo por qualquer sensação desagradável negativa ou positiva, pois estabelece uma ligação forte entre comida e segurança!
Portanto, a síndrome de compulsão alimentar (binge eating), é o resultado de um conflito psíquico. Trata-se de uma alteração do comportamento alimentar caracterizado por uma “urgência” em comer num período curto de tempo sem fome ou prazer e uso indiscriminado de alimentos ingeridos, resultado da perda de controle. È acompanhada também de sentimentos de culpa, auto depreciação, constrangimento e depressão. E o que caracteriza esta compulsão não é a gula em si, mas a relação da pessoa com o que come e suas emoções. Alguns teóricos revelam que, quanto mais comer pela fome física, menos precisa comer pela fome emocional, ou seja, a fome começa pelo cérebro, ou pode terminar nela. Assim, o tratamento é um processo contínuo que requer atenção e seriedade permanente para que as metas sejam alcançadas e mantidas.
Dicas que poderão ajudar:
- Colocar em prática: técnicas, recursos e estratégias que possam auxiliar na dieta;
- Avaliar as vantagens e desvantagens de estar acima do peso (reflexão) – escrever se for preciso, e sempre que sentir desânimo ou ansiedade, releia a lista;
- No mercado vá com uma lista de compras preestabelecida – evitar a sessão das guloseimas, procure alimentos frescos e saudáveis;
- Adquira o hábito de escolher restaurantes com cardápio variado e nutritivo. Resista ao máximo os “FAST FOOD”.
- Exercícios físicos regulares liberam substâncias como a endorfina, que aumentam a disposição geral, trazem sensação de bem estar, reduzem o estresse diário e auxiliam a diminuir a tensão e a ansiedade.
- LEMBRE-SE: Todo tratamento necessita abordagem profissional: Psicológica, Médica, Nutricional e Física.
O Projeto
“Nada a perder, tudo a ganhar” é o nome do programa que pretende mudar a rotina do editor chefe da Tribuna Regional, Aramis José Gorniski, o Aramizinho, nas próximas semanas. Desde o dia 27 de fevereiro Aramizinho está sendo acompanhado diariamente por profissionais de Educação Física, Fisioterapia, Psicologia e Nutrição. O objetivo do programa é melhorar a qualidade de vida de Aramizinho através de orientações repassadas por estes profissionais, durante 12 semanas.
Serviço
A Profit Studio fica na Rua Abigail Cortes, 285 – Centro.
Para mais informações entre em contato pelo telefone 9937-2580.
O apoio Nutricional está a cargo da Nutricionista Astrid Pfeiffer e o apoio psicológico é realizado pela Psicóloga Luciane Pfeiffer que atendem na Clínica localizada na Rua XV de novembro, 135. Mais informações no telefone 3622-8754.


