Com vários participantes, presença da comunidade e vários eventos, houve grande sucesso na segunda edição do festival.
No dia 1º de fevereiro ocorreu, na Vila São José, a 2ª edição do Festival de Música Sertaneja e Raiz, organizado pela Capela São José e rádio Lapeana FM (Programa da Tarde), além de vários patrocinadores. O evento contou com Missa celebrada no período da manhã, almoço, sorteio de vários brindes para quem estava presente e, o principal, as apresentações do concurso.
Um dos organizadores, Jair Gritten, da Lapeana FM, contou alguns detalhes do evento para a Tribuna Regional.
Tribuna Regional: Como foi a organização do evento? Quando começaram as preparações?
Jair: Foi um pouco corrido em virtude do tempo curto, pois tudo depende do agendamento da Paróquia para que não seja coincidente com outros eventos. As preparações começaram há um mês com a divulgação do evento, contatos com os músicos e pedidos de apoio ao comércio e membros da comunidade.
TR: Como foi a participação do público e da comunidade?
Jair: Houve um público muito bom, muita gente de outras cidades, como Curitiba, São Mateus do Sul, Antônio Olinto e comunidades do interior, entre outras localidades. A participação da comunidade foi satisfatória.
TR: Como foi a participação dos músicos e quem foram os grandes vitoriosos? Jair: Tivemos 27 inscrições, mas três duplas não puderam comparecer por motivos particulares, sendo justificadas através de contatos telefônicos tendo, portanto, 24 participações, com a seguinte colocação:
1° lugar – Alberty Grand; 2° lugar – Trio Saudade & Raiz; 3° lugar – Eraldo & Pedrinho; 4° lugar – Alberty & Fabiano; 5° lugar – Alfredo & Marafigo.
TR: Como foi a 1ª Edição? Houve evolução de um ano para outro?
Jair: A primeira edição foi muito boa, mas houve alguns imprevistos. Na segunda houve uma evolução muito grande, todos cantaram e tocaram muito, também na organização fizemos algumas correções com relação ao ano passado.
TR: Há planejamentos para mais eventos como esse?
Jair: Sim, o ano que vem, se Deus quiser, faremos o 3° Festival Sertanejo Raiz, entre outros que a gente faz em parceria com o Servilho aqui na Lapa e o Lauro Ferreira, da Rádio Difusora do Xisto em São Mateus do Sul.
O GANHADOR
A Tribuna Regional também entrou em contato com o vencedor do concurso, o músico amador Alberty Grand, que venceu pela segunda vez neste festival.
Tribuna Regional: Quando surgiu seu interesse por música?
Alberty: Surgiu com cinco anos de idade, incentivado pelo meu avô Airton, que hoje faz parte do Trio Saudade Raiz. Mas, somente aos 11 anos de idade, quando entrei na escola de música, pude me especializar melhor.
TR: Pretende seguir profissionalmente no ramo?
Alberty: O sonho de todo músico é se tornar profissional, comigo não é diferente. Porém, tenho certo em minha mente que a caminhada não é fácil, mas o amor pela música e a força de vontade não me deixa desistir desse sonho que é muito difícil, mas não impossível.
TR: Como foi sua participação no concurso? Como foi vencer?
Alberty: O melhor e mais importante nos festivais de música é a chance de poder mostrar o próprio talento ao público. Creio que cada músico, pelo fato de subir no palco, já merece o título de campeão. Para mim, conseguir a primeira colocação é uma felicidade enorme, além de sentimento de dever cumprido.
TR: A participação do público no evento foi importante?
Alberty: Sem dúvida nenhuma! É como diz o velho ditado: “As palmas são o que mantém o cantor em pé”. Não tenho palavras pra descrever o quão grande é o sentimento de satisfação por saber que o público gostou das apresentações.
TR: De seu ponto de vista, qual a importância de divulgar esse tipo de música (e outros estilos musicais) por meio de eventos?
Alberty: Para nós, músicos amadores, é de máxima importância esses eventos, pois é uma grande oportunidade para mostrarmos o nosso trabalho para vários tipos de públicos.
TR: Se houver novas edições, vai participar também?
Alberty: Com certeza! É um prazer participar de eventos bem organizados como esses, pois é uma grande oportunidade para rever os amigos, músicos que não temos o privilégio de conviver.
Eu gostaria também de agradecer o carinho com que o público me trata, e também dizer que isso é o que faz bater o coração do cantador. Portanto, só tenho a agradecer todos que tratam a música e os músicos com a importância e respeito que eles merecem. Obrigado!

