Dia de Campo supera expectativa de público

O 7º Dia de Campo promovido pela Cooperativa Bom Jesus, no Campo Experimental da Lapa, na quarta e quinta-feira, dias 29 de fevereiro e 1º de março, contabilizou aproximadamente três mil participantes nos dois dias do evento, superando a expectativa de público. Inicialmente eram esperados 2,5 mil produtores.

A programação de quinta foi aberta com a presença do secretário de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara, e do presidente do Instituto Emater, Rubens Niederheitmann. E o analista técnico e econômico, Robson Mafioletti representou o sistema Ocepar.

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NOVIDADES

O Dia de Campo da Bom Jesus apresentou as últimas novidades relacionadas à cultura do milho, soja e feijão. Os visitantes também foram orientados sobre o uso de defensivos agrícolas e adjuvantes, de fertilizantes de base e foliares e de insumos para a linha pecuária. Além disso, os produtores tiveram a oportunidade de conhecer os lançamentos de máquinas e equipamentos agrícolas. Mais de 50 empresas do setor participaram do evento, considerado o maior da região em difusão de tecnologia rural da região.

VISITAS ASSISTIDAS

“Um dos diferenciais do nosso Dia de Campo são as visitas assistidas. Os agricultores são divididos em grupos de 50 e percorrem as estações tecnológicas acompanhados por um agrônomo, que repassa todas as informações sobre as práticas que estão sendo apresentadas. A parte da manhã é direcionada a esse aspecto técnico. Depois, os produtores podem visitar as demais atrações do evento”, afirmou o presidente da Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio.

REGIONAL

Segundo o gerente do departamento técnico da cooperativa, Severino Giacomel, no Campo Experimental, os visitantes tiveram acesso a tecnologias que se adaptam às características regionais e que devem ser adotadas em seu conjunto para a obtenção de melhores resultados no campo. “A informação é o principal insumo para o agricultor e aqui nós procuramos repassar uma informação séria e ética com o objetivo de promover o desenvolvimento do agricultor e não a venda de produtos. A agricultura é excludente e o produtor precisa fazer tudo bem feito para conseguir se manter na atividade”, frisou Giacomel.