Hoje em dia falamos muito em igualdade, liberdade, fraternidade e amor ao próximo, mas será que a o exercitamos? Na concepção religiosa de cada um de nós, consideramos que o amor é a síntese de todos os sentimentos generosos e por isso deve estar na base do progresso para a renovação moral, a ordem natural da trilogia ou as três coisas deveria ser: FRATERNIDADE, LIBERDADE, IGUALDADE. A fraternidade deve estar na primeira linha, como “geratiz” geradora da liberdade e da igualdade de todos nós. É ela o inverso do egoísmo, uma das chagas humanas das sociedades de todas as épocas. É também uma das formas de manifestar o amor ao próximo, significando caridade com benevolência, indulgência, compreensão e tolerância, pensando assim, também é a forma de nós seres humanos, nos compreendermos e nos devotarmos uns aos outros, tornando possível uma convivência pacifica de irmãos que somos, filhos do mesmo pai. Portanto a liberdade e a igualdade, no verdadeiro sentido, dependem da conquista da fraternidade e da sua vivência.
Essa conclusão remete-se à grande aspiração da reeducação da humanidade, para que possamos chegar a fase de um mundo melhor e regenerado, como decorrência da divina lei do progresso.
Mas não querendo ser pessimista, nosso mundo parece muito distante do ideal de transformação pela fraternidade entre os seus habitantes.
Chegamos ao verdadeiro sentido da vida quando deixamos de ser egoístas e apáticos ao sofrimento dos menos favorecidos, pense nisso, viver bem, também é praticar fraternidade, você pode, você deve…
Para refletir
Construamos, pois, a paz promovendo o bem e praticando a caridade.

